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09.06.2014

Marco António Costa nega existência de mini-memorando com FMI

O Vice-Presidente Coordenador negou hoje, 9 de junho, a existência de qualquer negociação de um "mini-memorando" com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e acusou o PS de estar "a tentar criar ficção".

"Não há nenhuma negociação. Isso é o PS a tentar criar ficção e a arranjar fantasmas onde eles não existem", afirmou, hoje à tarde, à Lusa Marco António Costa, à margem de uma visita ao distrito de Viana do Castelo.

O dirigente social-democrata reagia desta forma à exigência feita hoje pelo PS de que o Governo deve esclarecer "se está ou não" a negociar um "mini-memorando" com o FMI.

"Não há nenhuma renegociação, reabertura ou prolongamento do programa de assistência. Trata-se apenas de um formalismo natural", frisou.

Marco António Costa garantiu que o programa de assistência está encerrado, estando a ser negociada com a ´troika' a forma de ultrapassar a alteração ditada pelo acórdão do Tribunal Constitucional, para que seja entregue a última ´tranche' da ajuda financeira.

"Julgo que não é surpresa para ninguém. É uma consequência natural e automática que decorre da circunstância de o Tribunal Constitucional ter anunciado a sua decisão antes do dia 16 de junho e da necessidade de serem tomadas medidas substitutivas daquelas que foram declaradas inconstitucionais", explicou.

Para Marco António Costa "é claro" que o Tribunal Constitucional "sabia perfeitamente" do impacto que teriam as suas decisões antes do prazo estabelecido para a conclusão do programa de assistência.

"Teve quatro meses a refletir sobre as decisões que pretendia tomar. Foi pena não ter esperado mais 16 dias e com isso evitar que Portugal perdesse, no imediato, os 2,6 mil milhões de euros que faltam da última ´tranche' e também de ver completamente encerrado o programa de assistência", sustentou.

Já se a decisão fosse tomada a partir de 16 de junho, defendeu o porta-voz do PSD, "não era necessária a intervenção do FMI, da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu mas apenas das diferentes instâncias do Estado português".

 

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