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27.07.2012

Desemprego: Mais de oito mil casais desempregados terão majoração do subsídio

Porto, 27 jul (Lusa) - O secretário de Estado da Solidariedade e Segurança Social, Marco António Costa, reagiu hoje aos dados sobre a duplicação do número de casais desempregados, lembrando que o Governo antecipou o problema ao majorar os subsídios para estes casos.

"A economia está a produzir muitos desempregados, resultado de políticas erradas dos últimos anos. Quando o Governo decidiu majorar o subsídio de desemprego para casais desempregados, a oposição tentou diminuir a medida. Veja-se o quão importante é, para esses mais de oito mil casais, beneficiar dessa majoração, que também se aplica às famílias monoparentais", afirmou Marco António Costa, em Gaia.

O secretário de Estado reagia assim aos dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que revelam que o número de casais com ambos os cônjuges desempregados quase duplicou no último ano, atingindo 8.316 casais, o valor mais elevado desde que esta informação é divulgada.

"Se compararmos o sucesso do programa Emprego Estímulo 2012 [Medida de apoio à contratação de desempregados] com o programa de emprego de 2009, verificamos que o programa de 2012 tem o triplo de pessoas colocadas", acrescentou ainda Marco António Costa, no fim da assinatura de um protocolo que permitirá às crianças do primeiro ciclo do ensino básico de Gaia o acesso gratuito aos manuais escolares.

Frisando que "este Governo assumiu sempre" a difícil situação social do país, Marco António Costa considerou que "a recuperação económica é que ajudará a responder a estes problemas de desemprego".

O secretário de Estado lembrou ainda que, em agosto, entrará em vigor o programa Impulso Jovem, através do qual o Governo investirá 300 milhões de euros "para apoiar jovens em situação de desemprego na integração e inclusão profissional".

De acordo com os dados recolhidos pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), em junho deste ano, face a junho do ano passado, há mais 3.990 casais (um aumento de 92 por cento) a garantirem a sua sobrevivência com as prestações sociais pagas pelo Estado.

Este universo representa 5,5 por cento do total de desempregados casados ou em união de facto inscritos no centro de desemprego (304.448 pessoas).

De acordo com o IEFP, desde julho de 2011 que se regista um aumento em cadeia do número de desempregados em que ambos os cônjuges estão desempregados, tendo-se registado em junho de 2012 o número mais elevado desde que esta informação é recolhida (outubro de 2010).

No final do mês passado, dos desempregados inscritos nos centros de emprego, 49,6 por cento eram casados ou viviam em situação de união de facto.

O aumento do desemprego foi mais acentuado nas uniões de facto (137,1 por cento) em termos homólogos.

De acordo com os dados divulgados na semana passada pelo IEFP, o número de inscritos nos centros de emprego aumentou 24,5 por cento em junho em termos homólogos e 0,7 por cento face ao mês anterior, para 645.995 desempregados.

ACG/(ICO).

Lusa/Fim

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